MÃE DOLOROSA
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Vi-o doente, ouvi os seus gemidos; Sinto a memoria negra, ao recordá-lo! A Mãe baixava os olhos doloridos Sobre o Filho. E era a Dôr a contemplá-lo!
Depois, nesses instantes esquecidos, Ou lhe falava ou punha-se a beijá-lo… Mas, retomando, subito, os sentidos, Estremecia toda em grande abalo!
Fugia de ao pé dele suffocada, A sua escura trança desgrenhada, Os seus olhos abertos de terror!
E então, num desespêro, a Mãe chorava, E, por entre gemidos, só gritava: Amôr! amôr! amôr! amôr! amôr!