INDICE
J. S. Canuto translation
PARTE I
A Reforma allemã, que deu origem ás egrejas lutheranas PAG. 1-53
CAPITULO I
A Reforma na Allemanha PAG. 1-48
O principio da Reforma, pag. 3.—As indulgencias, e as theses que Luthero escreveu contra as mesmas, pag. 5.—As theses de Luthero não atacavam sómente as indulgencias, pag. 6.—A historia de Luthero, desde o principio, pag. 7.—Partidarios e adversarios de Luthero, pag. 9.—A disputa de Leipzig, pag. 10.—A bulla do papa, e a queima da mesma, pag. 12.—O Imperador e a Reforma, pag. 14.—O estado politico da Allemanha, pag. 15.—Luthero e a dieta de Worms, pag. 16.—Luthero em Wartburgo, pag. 18.—Regresso de Luthero a Wittenberg, pag. 19.—A dieta de Nürnberg, pag. 20.—A revolta dos nobres, pag. 21.—A revolta dos camponezes, pag. 23.—As Dietas de Spira, em 1526 e 1529, pag. 28.—O imperador pretende subjugar a Reforma, pag. 32.—A Conferencia de Marburgo, pag. 33.—Divergencia entre Luthero e os suissos, pag. 33.—A Dieta de Augsburgo, pag. 36.—A Confissão de Augsburgo, pag. 38.—A Liga Protestante de Schmalkald, pag. 39.—A morte de Luthero, e a guerra de Schmalkald, pag. 42.—O imperador e o Concilio Geral, pag. 43.—Loyola e os jesuitas, pag. 45.—A paz religiosa de Augsburgo, pag. 47.
CAPITULO II
A Reforma lutherana fóra da Allemanha PAG. 49-53
O lutheranismo fóra da Allemanha, pag. 49.—Na Dinamarca, pag. 50.—Na Suecia, pag. 51.
PARTE II
A Reforma Suissa, que deu origem ás egrejas reformadas PAG. 55-154
CAPITULO I
A Reforma Suissa sob Zwinglio PAG. 57-66
As reformas suissa e allemã, pag. 57.—A situação politica da Suissa, pag. 58.—Ulrico Zwinglio, pag. 60.—As theses de Zwinglio, pag. 62.—A Reforma em Zurich, pag. 63.—Basiléa, pag. 64.—Berne, pag. 64.—Os cantões florestaes, pag. 64.—Caracteristicos da Reforma de Zwinglio, pag. 65.
CAPITULO II
A Reforma em Genebra sob Calvino PAG. 67-85
Genebra antes da Reforma, pag. 67.—Farel em Genebra, pag. 68.—A mocidade de Calvino, pag. 69.—Institutos da Religião Christã, pag. 71.—Calvino em Genebra, pag. 73.—A sua expulsão, pag. 75.—Genebra não pode passar sem elle, pag. 76.—As Ordenanças Eclesiasticas, pag. 77.—Como differem dos Institutos, pag. 79.—O seu effeito sobre uma reforma de costumes, pag. 81.—A morte de Calvino, pag. 82.—Succede-lhe Beza, pag. 83.—A influencia de Calvino sobre a theologia da Reforma, pag. 83.—A Confissão de Zurich, pag. 84.
CAPITULO III
A Reforma em França PAG. 87-111
Os principios da Reforma em França, pag. 87.—Francisco I, pag. 89.—A Concordata de 1516, e a feição que ella deu á Reforma, pag. 89.—«Uma egreja debaixo da cruz», pag. 90.—O anno dos placards, pag. 92.—O Vaudois de Durance, pag. 92.—Henrique II e os Guises, pag. 93.—Organização da egreja reformada, pag. 95.—Os huguenotes: Coligny e os irmãos Bourbon, pag. 96.—O primeiro Synodo Nacional, pag. 97.—Anne de Bourg, pag. 98.—A carnificina de Amboise, pag. 99.—Coligny na Assembléa dos Notaveis, pag. 100.—Catharina de Medicis, pag. 100.—A Conferencia de Poissy, pag. 102.—O massacre de Vassy, e outros, pag. 103.—A guerra civil, os iconoclastas, pag. 103.—Coligny e Carlos IX, pag. 106.—O massacre de S. Bartholomeu, pag. 107.—A Santa Liga, pag. 109.—Henrique de Navarra, pag. 110.—O edicto de Nantes, pag. 110.
CAPITULO IV
A Reforma nos paizes baixos PAG. 113-116
Os Paizes Baixos, pag. 113.—A politica de Carlos V, pag. 114.—Os principios da Reforma, pag. 115.—Filippe II e os Paizes Baixos, pag. 115.—A inquisição, pag. 117.—Os novos bispados, pag. 118.—Tornar-se-ha hespanhol o paiz? pag. 119.—Os mendicantes, pag. 120.—Prégações ruraes, pag. 120.—O duque de Alba nos Paizes Baixos, pag. 121.—A prisão do conde Egmont e do conde Horn, pag. 122.—A guerra civil. O principe de Orange, pag. 124.—Os mendigos do mar, pag. 124.—A tomada de Brill, pag. 126.—Requescens y Zuniga, pag. 128.—O cerco de Leyden, pag. 129. Negociações entre as provincias do sul e as do norte, pag. 130.—D. João de Austria, pag. 131.—Alexandre de Parma, pag. 132.—O tratado de Utrecht, pag. 132.—A Egreja hollandeza, sua organização e confissão, pag. 133.—O Confessio Belgica, pag. 134.—A constituição da Egreja hollandeza, pag. 134.—A força da Egreja na Hollanda, pag. 136.
CAPITULO V
A Reforma na Escocia PAG. 137-154
Preparação para a Reforma, pag. 137.—A antiga Egreja celtica e a Educação, pag. 137.—A Escocia e o lollardismo, pag. 138.—A Escocia e Huss, pag. 138.—A Egreja romana na Escocia e a situação politica, pag. 139.—João Knox, pag. 141.—A Congregação e a Primeira Convenção, pag. 142.—A Confissão escoceza, pag. 144.—A rainha Maria e a Reforma, pag. 145.— O Livro de Disciplina e a Primeira Assembléa Geral, pag. 147.—A educação, pag. 148.—A morte de Knox, pag. 149.—Os bispos tulchanos, pag. 150.—André Melville, pag. 152.—O Segundo Livro de Disciplina, pag. 152.
PARTE III
A Reforma anglicana PAG. 155-201
CAPITULO I
A Egreja de Inglaterra durante o reinado de Henrique VIII PAG. 137-174
O caracter excepcional do principio da Reforma ingleza, pag. 157.—Antecipações da Reforma em Inglaterra, pag. 158.—O estado ecclesiastico de Inglaterra no principio da Reforma, pag. 159.—As relações de Inglaterra com o pontificado, pag. 160.—As antigas relações de Henrique VIII com o pontificado, pag. 161.—Henrique muda de opinião, pag. 163.—Henrique VIII, Francisco I, Carlos V, e a rivalidade que havia entre elles, pag. 164.—A submissão do clero, pag. 165.—O progresso da separação de Roma, pag. 166.—Separação de Roma e Reforma: duas coisas differentes, pag. 168.—Execução de sir Thomas More, pag. 169.—Suppressão dos conventos e confiscação das propriedades da Egreja, pag. 170.—Os dez Artigos, pag. 171.—O Estatuto Sanguinario, pag. 173.—A Egreja de Inglaterra em 1547, pag. 173.
CAPITULO II
A Reforma no tempo de Eduardo VI, e a reacção no tempo de Maria PAG. 175-188
Será adoptada a Reforma? pag. 175.—A visita real, o Livro de Homilias e o Livro de Oração Commum, pag. 176.—A alliança com o protestantismo continental, pag. 178.—Os Quarenta e Dois Artigos, pag. 178.—Os principios do puritanismo, pag. 179.—A morte de Eduardo VI, pag. 181.—O estado da Inglaterra por occasião da acclamação de Maria, pag. 182.—A Hespanha necessitava do auxilio da Inglaterra, pag. 183.—Como Maria se firmou no throno, pag. 183.—A alliança hespanhola, pag. 184.—A reconciliação com Roma, pag. 184.—Porque não foi bem succedida a reacção papal? pag. 185.—As perseguições durante o reinado de Maria, pag. 186.—A questão dos bens de raiz da Egreja, pag. 186.—Os fructos do ensino no reinado de Eduardo, pag. 187.—A morte de Maria, pag. 187.
CAPITULO III
A Reforma no tempo de Isabel PAG. 189-201
A successão de Isabel, pag. 189.—Como se liquidou a questão religiosa, pag. 190.—Os trinta e nove artigos, pag. 192.—O puritanismo e as vestimentas ministeriaes, pag. 192.—A Inglaterra e o protestantismo de fóra do reino, pag. 194.—A lucta interna com o catholicismo romano, pag. 195.—A Armada hespanhola, pag. 196.—As prophecias, pag. 197.—Os conventiculos, pag. 198.—Os pamphletos anti-prelaticios, pag. 198.—A Reforma ingleza, pag. 198.
PARTE IV
Os principios da Reforma PAG. 203-236
CAPITULO I
A Reforma foi uma revivificação religiosa PAG. 205-214
A Reforma foi uma revivificação da religião no meio de particulares condições sociaes, pag. 205.—Uma revivificação da religião e uma approximação de Deus, pag. 206.—Como a Egreja medieval chegara a impedir o caminho para Deus, pag. 208.—Revoltas medievaes em favor de uma religião espiritual, pag. 209.—A imitação de Christo, pag. 209.—Francisco de Assis, pag. 210.—Os mysticos da Edade Media, pag. 211.—A significação do perdão, segundo a Reforma, pag. 212.—Previsões de uma revivificação religiosa operada pela Reforma, pag. 213.
CAPITULO II
Como a Reforma se poz em contacto com a politica PAG. 215-219
O velho systema ecclesiastico estava profundamente arraigado na vida social da epoca, pag. 215.—A Reforma desfez a noção medieval de uma sociedade politica, pag. 216.—Revolta contra o mediavelismo, anteriormente á Reforma, pag. 217.—O De Monarchia de Dante e o Defensor Pacis de Marcello de Padua, pag. 218.
CAPITULO III
A catholicidade dos reformadores PAG. 221-224
Os Reformadores não tinham em mente crear uma nova Egreja, pag. 221.—Reivindicaram a sua posição por meio de um apello á Constituição do Imperio medieval, pag. 221.—A catholicidade da Reforma, segundo Luthero e Calvino, pag. 222.—A sua posição reivindicada pelo Credo dos Apostolos, pag. 223.
CAPITULO IV
Os principios doutrinarios da Reforma PAG. 225-236
Os principios formaes e materiaes da Reforma, pag. 225.—O sacerdocio de todos os crentes: o grande principio da Reforma, pag. 226.—Explica a Doutrina da Escriptura, pag. 227, e da Justificação pela Fé, pag. 228.—A Doutrina da Escriptura da Reforma em contraste com a medieval, pag. 228.—A Doutrina medieval da Escriptura, pag. 229.—O quadruplo sentido da Escriptura, pag. 229.—A definição medieval de fé salvadora. Interpretação infallivel, pag. 230.—Os reformadores e a Biblia, pag. 231.—A doutrina da justificação pela fé da Reforma em contraste com a medieval, pag. 232.—A absolvição clerical e justificação pela fé, pag. 233.—Justificação pela fé e justificação pelas obras, pag. 234.—Conclusão, pag. 235.
Summario Chronologico PAG. 237-255
Indice de Personagens, Localidades, etc PAG. 257-261