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Theóphilo Braga e a lenda do Crisfal

Indice

Reading edition

Theóphilo Braga e a lenda do Crisfal

Pag.

I. Razão de ser d'este livro 5

II. O snr. dr. Theóphilo Braga descobrindo a verdade, e procurando enterrá-la 29

III. Anotações á carta que nos dirigiu o snr. dr. Theóphilo Braga 37

IV. A comunicação do presidente da Academia das Sciencias de Portugal 59

V. O artigo «Movimento litterário» 63

VI. Uma patranha genealógica 97

VII. O criptónimo «Fileno» 99

VIII. In terminis 103

Apreciações da imprensa ao livro:

«Bernardim Ribeiro (O Poeta Crisfal)»

Do jornal «O Mundo», de Lisboa 107

» » «O Seculo», » » 109

» » «Diario de Noticias», de Lisboa,―artigo do snr. dr. Candido de Figueiredo 111

» » «Diario Illustrado», de Lisboa,―artigos do snr. Hemetério Arantes 113 e 125

» » «A Mala da Europa», de Lisboa 121

» » «A Lucta,» de Lisboa,―artigo do snr. Albino Forjaz de Sampayo 133

» » «O Dia», de Lisboa 139

» » «O Commercio de Lima», de Ponte do Lima―artigo do snr. dr. Antonio Ferreira 143

» «Jornal das Colonias», de Lisboa,―artigo de A. B. 147

» jornal «O Primeiro de Janeiro», do Porto» 149

» «Jornal de Noticias», do Porto 151

» jornal «O Estado de S. Paulo», de S. Paulo, Brasil,―artigos do snr. Sílvio de Almeida 155

Notas:

[1]

O

normando

é nosso.

[2]

Este

ponto de admiração

pertence exclusivamente ao snr. dr. Theóphilo Braga.

[3]

T. Braga.―

Obras de Christovam Falcão

, Porto, 1871―pag. 4.

[4]

Bernardim Ribeiro (O Poeta Crisfal)

, pag. 180.

[5]

Torre do Tombo―Gaveta 20―maço 5―n.º 10.

[6]

Bernardim Ribeiro e o Bucolismo, pag. 63-64.

[7]

Bernardim Ribeiro e o Bucolismo

, pag. 19.

[8]

Bernardim Ribeiro e o Bucolismo

, pag. 19.

[9]

Carta do snr. Jordão de Freitas no jornal «O Dia» em 2 de janeiro de 1909.

[10]

Conferencia de 8 de Junho de 1725 pelo Conde da Ericeira, na Colleçam dos documentos e memorias da Academia Real da Historia Portugueza.

[11]

Aliás, as glosas ao solau.

Nota de D. G.

[12]

Reproduzindo integralmente o artigo do nosso ilustre confrade brasileiro, cabe-nos o dever de declarar que a insigne romanista, senhora D. Carolina Michaëlis, que nós saibamos, ainda não manifestou a sua opinião.

Nota de D. G.

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