*HÉLI! HÉLI!*
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*HÉLI! HÉLI!*
Quando elle, emfim, morrendo, elle o cordeiro, Pomba mansa no ar pesado e immundo, Pendeu-se como um lyrio moribundo, Sobre a haste do tragico madeiro.
E lançando o espirito prufundo Ao reino bello, grande, e verdadeiro, Finou-se, emfim, chagado e justiceiro, Ainda, ainda, perdoando ao mundo.
Um soldado romano vendo-o exposto, E já morto na Cruz, com um desgosto, Com a lança enristada o trespassou…
Saiu d'aquella chaga sangue e agoa… —Ah sangue que não deu a tanta mágoa! —Lagrimas, sim, talvez que não chorou!