XVI.
Reading edition
A Q. M. Q.
Fica-te em paz! não póde a mão do homem Partir o seio á arveloa queixosa, Quando o canto soltou, e a voz chorosa Ergueu la contra as magoas que a consomem.
Respeito o teu sacrario: embora tomem Por orgulho o respeito; eu colho a rosa Mas não a flor modesta e melindrosa, Que se oculta entre as mais… e que as mais somem.
Mais que amor tenho crença: essa existencia Pede-me um culto por que dera a vida, Por que dou esta dor, que aqui se encerra.
Mulher! mulher! de que valêra a essencia, A essencia pura, a uma alma que é descrida?… Fica-te em paz: fique eu com minha guerra!