Volume 1 — SONHO EGÍPCIO
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No palácio, os pavões são apenas dizê-los… As asas côr do longe erguidas sôbre mim. Existem os pavões… O meu sentir-me é vê-los… E o meu sonhar-te, alêm, são lagos no jardim.
Quando passei no parque, eu encontrei Nitokris. Vi-a. Fitei-lhe as mãos para poder senti-las… Meus olhos foram naus em águas intranquilas, Meus sentidos, aneis nos dedos de Nitokris.
Labirinto de sons. Adormeço-me oiro. Ansia apagada. Deus desce minha alma em oiro. Meus olhos p'ra te ver, arcadas nos espelhos.
Rezas que nunca ouvi. Hálitos de saudades. E as tuas mãos, ao largo, ungindo divindades Scismam Ibis, pagãos, sôbre tapetes velhos.