LIST OF PROVERBS IN GIL VICENTE'S WORKS
Reading edition
A amiga e o amigo mais aquenta que bom lenho III, 127
A candea morta gaita á porta II, 215
Ado corre [el río] más manso allí está más peligroso II, 169
Amor louco, eu por ti e tu por outro I, 139
Ante a Pascoa vem os Ramos III, 124
A ruim comprador llevar-lhe ruim borcado I, 160
Asegundo sam os tempos assi hão de ser os tentos I, 103
Asegun fuere el señor ansi abrirá camino a ser servido II, 86
Asno muerto cevada I, 279
10 Asno que me leve quero e nam cavalo folão III, 154
Ausencia aparta amor II, 276
Bem passa de guloso o que come o que não tem III, 370
Cada louco com sua teima III, 135
Caza mata el porfiar III, 302
Come e folga terás boa vida I, 343
Dá-me tu a mi dinheiro e dá ao demo o conselho I, 167
Del mal lo menos I, 231
Donde vindes? D'Almolina. Que trazedes? Farinha. Tornae lá, que nam é minha III, 107
Dormirei, dormirei, boas novas acharei II, 26
20 El amor verdadero, el más firme es el primero II, 275
El diabo no es tan feo como Apeles lo pintaba II, 267
El que pergunta no yerra I, 69
É melhor que vamos sos que nam mal acompanhadas II, 525
Em tempo de figos nam ha hi nenhuns amigos III, 370
Fala com Deus, serás bom rendeiro I, 344
Filho nam comas nam rebentarás I, 343
França e Roma nam se fez num dia I, 335
Frol de pessegueiro, fermosa e nam presta nada II, 40
Grão a grão gallo farta III, 249
30 Maior é o ano que o mes III, 124
Mais quero asno que me leve que cavalo que me derrube III, 121
Mata o cavalo de sela e bo é o asno que me leva III, 130
Nam achegues á forca nam te enforcarão I, 343
Nam comas quente nam perderás o dente I, 343
Nam peques na lei nam temerás rei I, 344
Nam sejas pobre morrerás honrado I, 344
Nam se tomam trutas a bragas enxutas III, 177
No se cogen las flores sino espina sofriendo III, 322
Nos ninhos d'ora a um ano nam ha passaro ogano III, 370
40 O dar quebra os penedos I, 237
Onde força ha perdemos direito I, 310
O que ha de ser ha de ser II, 16; III, 144, 295
O que nam haveis de comer leixae-o a outrem mexer III, 137
Pared cayada papel de locos III, 336
Perdida é a decoada na cabeça d'asno pegada III, 166
Pobreza e alegria nunca dormem n'hũa cama II, 518
Por bem querer mal haver I, 135
Porfia mata caza II, 301
Poupa em queimada bem pintada e mal lograda II, 40
50 Pusóse el perro em bragas de acero III, 334
Quando perderes põe-te de lodo I, 344
Quando te dam o porquinho vae logo c'o baracinho II, 466
Quem bem renega bem cre I, 271
Quem bem tem e mal escolhe por mal que lhe vem nam se enoje III, 150
Quem casa por amores nam vos é nega dolores I, 128
Quem chora ou canta más fadas espanta I, 343
Quem com mal anda chore e nam cante I, 343
Quem com mal anda nam cuide ninguem que lhe venha bem I, 343
Quem espera padece III, 382
60 Quem muito pede muito fede III, 372
Quem nam faz mal nam merece pena I, 343
Quem nam mente nam vem de boa gente I, 343
Quem nam parece esquece III, 382
Quem nam pede nam tem III, 382
Quem porcos acha menos em cada mouta lhe roncam (cf. III, 26) III, 279
Quem quer fogo busque a lenha III, 371
Quem quiser comer comigo traga em que se assentar III, 371
Quem sempre faz mal poucas vezes faz bem I, 344
Quem so se aconselha so se depena I, 343
70 Quereis conhecer o ruim dae-lhe o oficio a servir II, 390
Quien al cordojo se dió más cordojo se lhe pega I, 12
Quien canta no tiene tormento II, 453
Quien no anda no gana II, 117
Quien no se aventura no espere por ventura II, 116
Quien paga los trabajos dé el afan II, 85
Se nada ganhares nam sejas siseiro I, 344
Se sempre calares nunca mentirás I, 343
Se tu te guardares eu te guardarei I, 344
Sob mao pano está o bom bebedor I, 162
80 Sol de Janeiro sempre anda traz do outeiro II, 40
Todo o mal é de quem o tem I, 337
Todos los caminos a la puente van a dar III, 198
Una cosa piensa el bayo y otra quien lo ensilla III, 369
Viguela sin lanza, etc. III, 295
Vilão forte, pé dormente III, 12