EPILOGO
Reading edition
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XXXII Epilogo
Paroxismos da luz! tristes cantares! Sahis da treva, em treva esquecereis! Romanticos leitores não choreis; Poupai-vos para os vossos máos azares.
Se navegaes por bonançosos mares, De subito, no azul do ceu vereis A nuvem que se rompe nos parceis De imprevistas borrascas de pezares.
Disse Henry Heine, o cego: «Não lastimem «As lancinantes magoas que me opprimem... «Espere cada qual chorar por fim.»
E eu, que tanto carpi os condemnados, Os cegos—os supremos desgraçados!— Já lagrimas não tenho para mim!
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INDICE
Pag.
Nota Illustrativa 7
O Conde de S. Salvador de Mattosinhos 21
Visconde de Benalcanfor 23
A maior dor humana 25
Luiz—O Bom 27
Lagrimas 29
Corôa de espinhos 31
Velhos problemas sagrados 33
Rachel 35
Alexandre da Conceição 37
Paciencia 39
Veterano 41
Scena trivial 43
Alcacer Kibir 45
Jorge 47
Critica do auctor 51
Thomaz Ribeiro 53
Remorso 55
Te-Deum laudamus 57
7:500 contos 59
Lua de mel 61
Messias 63
Portugal Contemporaneo 65
Logica de ferro 67
Aromas 69
Lisboa bucolica 71
A outra metade 73
Comedia humana 75
Ao Visconde d'Ouguella 77
Triumphos da eloquencia 79
Derrocada 81
O ultimo romantico 83
Epilogo 87