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Mundanismos

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Reading edition

ALMACHIO DINIZ

MUNDANISMOS

(CONTOS)

F. França Amado, editor

Coimbra. 1911.

Composto e impresso na Typographia França Amado, rua Ferreira Borges, 115—Coimbra.

MUNDANISMOS

(CONTOS)

Obras completas de ALMACHIO DINIZ

Contos Um artista da moda, Lisbôa, José Bastos & C.ª, editores. Sombras de pudor. Mundanismos, Coimbra, F. França Amado, editor.

Novellas A Carne de Jesus, Lisbôa, Gomes de Carvalho, editor, 1910. O Diamante Verde, Lisbôa, Guimarães & C.ª, editores, 1910. Sonhos de meduza, em preparo.

Romances Raio de sol, Bahia, em folhetins, 1903. Crises, Lisbôa, Guimarães & C.ª, editores, 1906. Pavões, Bahia, Fonseca Magalhães, editor, 1908 (Exgottado). Amen!, Bahia, em folhetins, 1909-1910. Duvidas e remorso, em preparo.

Theatro A Escarpa, Porto, Lello & Irmão, editores. Tropheus em cinzas. Sazão de luz (em preparo).

Critica O passado, o presente e o futuro do heleno-latinismo em lucta com o germanismo, Bahia, 1903 (Exgottado). Zoilos e Esthetas, Porto, Lello & Irmão, editores, 1908. Sociologia e critica, Porto, Magalhães & Moniz, editores. Da Esthetica na Literatura Comparada, Rio, H. Garnier, editor. A questão das raças na literatura universal, em preparo.

Symbolismo Eterno Incesto, Bahia, 1902 (Exgottado). Sê bemdita!, Bahia, 1905 (Exgottado).

Lingua portuguesa A reforma ortografica, Bahia, 1907 (Exgottado). O evolucionismo morphologico da lingua portuguesa, Lisbôa, Santos & Vieira, editores.

Scientificos Genesis hereditária do direito, Bahia, 1903 (Exgottado). Ensaios philosophicos sobre o mechanismo do direito, Bahia, 1906. A sciencia do direito e as producções espirituaes do homem, Bahia, 1907 (Exgottado). Questões actuaes de philosophia e direito, Rio, H. Garnier, editor, 1909. A objectividade do phenomeno juridico no direito brazileiro, em pub. As formações naturaes na philosophia biologica, em preparo.

ALMACHIO DINIZ

MUNDANISMOS

(CONTOS)

Le monde est frivole et vain, tant qu'il vous plaira.

ANATOLE FRANCE.

COIMBRA

F. FRANÇA AMADO, EDITOR

1911

A

GUERRA JUNQUEIRO

L'art veut imiter la nature. Nous faire éprouver les sensations et les sentiments que la vie nous impose ou pourrait nous imposer, tel est son premier souci. Le romancier et le dramaturge comme le peintre, le sculpteur comme le musicien s'essayent à faire dans la fiction, comme la vie dans la réalité. Au fond de chaque œuvre d'art il y a toujours en somme—que ce soit par imitation étroite ou libre évocation—une réalité reproduite de la vie.

CHARLES ALBERT.

O conto, assim desatavíado, exprimido, é apenas succo e, se não agrada à visão, interessa o sentir. Falta-lhe horizonte, mas o espaço, por isso mesmo, é mais vasto, sem empeços: segue-se livremente a acção que a descriptiva, por vezes, compromette.

COELHO NETTO.

MUNDANISMOS

Le monde est frivole et vain, tant qu'il vous plaira.

ANATOLE FRANCE.

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