Historia PitorescaHISTORIA PITORESCAReading editionChapter navigation93 reading sectionsGo to chapterChoose a chapter…HISTORIA PITORESCAOBRAS DO AUCTORDO AUCTORI Amanhã os negocios sériosII AlexandreIII Audacia, ainda audacia e sempre audaciaIV Delicias de CapuaV Disse eu alguma tolice?VI Arca de NoéVII Queimar não é responder!VIII Caim, que fizeste de teu irmão?IX Do Capitolio á rocha Tarpeia só ha um passoX CatãoXI CezarXII Estava escriptoXIII Conhece-te a ti proprioXIV As joias de CorneliaXV CresusXVI Dôr, tu não és um malXVII EgériaXVIII Mais uma victoria como esta e estamos perdidosXIX Espada de DamoclesXX O prato de lentilhasXXI E eu tambem sou pintor!XXII Estrella dos Reis MagosXXIII E, comtudo, ella gira!XXIV Virtude, não és mais que um nomeXXV Festim de BalthazarXXVI Forcas caudinasXXVII Irmão, é preciso morrerXXVIII Cahir com graçaXXIX Hippocrates diz sim, Galiano diz nãoXXX É muito tarde!XXXI Não ha grande homem para o seu creado de quartoXXXII Cantam, elles pagarãoXXXIII Perdi o meu diaXXXIV Amo Platão, mas amo mais a verdadeXXXV Achei!—Eureka!XXXVI Eu desejaria não saber escreverXXXVII Linguas d'EsopoXXXVIII Lanterna de DiogenesXXXIX O mestre o disseXL O rei é morto, vive o rei!XLI O estado sou eu!XLII Alavanca d'ArchimedesXLIII MagdalenaXLIV Casa de SocratesXLV Desgraça aos vencidos!XLVI Manto de JosephXLVII Mario sobre as ruinas de CarthagoXLVIII Subir ao CapitolioXLIX Onde não ha el-rei o perdeL Onde se vae aninhar a virtude?LI Perdoae-lhes, meu Pae, não sabem o que fazemLII Lavar as mãos como PilatosLIII O que não peccou, atire a primeira pedraLIV Tres linhas escriptas e eu farei enforcar quem as escreveuLV Quem te fez conde? Quem te fez rei?LVI A Cesar o que é de Cesar a Deus o que é de DeusLVII Salto de LeucadeLVIII Se é possivel, está feito; se é impossivel se faráLIX Terra promettidaLX ThebaidaLXI Desça o panno, acabou a comedia!LXII Tudo é perdido, menos a honra!LXIII Trombetas de JericóLXIV A tunica de ChristoLXV Um imperador deve morrer em péLXVI Vendilhões expulsos do temploLXVII Gritar no desertoLXVIII ZoiloLXIX AspasiaLXX BabyloniaLXXI Incendiar os seus naviosLXXII Os ultimos romanosLXXIII Faça cabelleiras, mestre AndréLXXIV Fé do carvoeiroLXXV Ha juizes em BerlimLXXVI Judas—Beijo de JudasLXXVII Pragas do EgyptoLXXVIII Não toqueis na rainhaLXXIX O ovo de ColomboLXXX WaterlooLXXXI Templo de JanoLXXXII Estatua de NabuchodonosorLXXXIII Sepulchros do EvangelhoLXXXIV Isso que prova?LXXXV MannáLXXXVI Annel de GygesLXXXVII Honni soit qui mal y penseLXXXVIII Mal com el-rei pelos homens e mal com os homens por el-reiLXXXIX Bandeira da MisericordiaINDICEBeginning of this editionNext chapter →OBRAS DO AUCTORAll chapters and sections (93)HISTORIA PITORESCAOBRAS DO AUCTORDO AUCTORI Amanhã os negocios sériosII AlexandreIII Audacia, ainda audacia e sempre audaciaIV Delicias de CapuaV Disse eu alguma tolice?VI Arca de NoéVII Queimar não é responder!VIII Caim, que fizeste de teu irmão?IX Do Capitolio á rocha Tarpeia só ha um passoX CatãoXI CezarXII Estava escriptoXIII Conhece-te a ti proprioXIV As joias de CorneliaXV CresusXVI Dôr, tu não és um malXVII EgériaXVIII Mais uma victoria como esta e estamos perdidosXIX Espada de DamoclesXX O prato de lentilhasXXI E eu tambem sou pintor!XXII Estrella dos Reis MagosXXIII E, comtudo, ella gira!XXIV Virtude, não és mais que um nomeXXV Festim de BalthazarXXVI Forcas caudinasXXVII Irmão, é preciso morrerXXVIII Cahir com graçaXXIX Hippocrates diz sim, Galiano diz nãoXXX É muito tarde!XXXI Não ha grande homem para o seu creado de quartoXXXII Cantam, elles pagarãoXXXIII Perdi o meu diaXXXIV Amo Platão, mas amo mais a verdadeXXXV Achei!—Eureka!XXXVI Eu desejaria não saber escreverXXXVII Linguas d'EsopoXXXVIII Lanterna de DiogenesXXXIX O mestre o disseXL O rei é morto, vive o rei!XLI O estado sou eu!XLII Alavanca d'ArchimedesXLIII MagdalenaXLIV Casa de SocratesXLV Desgraça aos vencidos!XLVI Manto de JosephXLVII Mario sobre as ruinas de CarthagoXLVIII Subir ao CapitolioXLIX Onde não ha el-rei o perdeL Onde se vae aninhar a virtude?LI Perdoae-lhes, meu Pae, não sabem o que fazemLII Lavar as mãos como PilatosLIII O que não peccou, atire a primeira pedraLIV Tres linhas escriptas e eu farei enforcar quem as escreveuLV Quem te fez conde? Quem te fez rei?LVI A Cesar o que é de Cesar a Deus o que é de DeusLVII Salto de LeucadeLVIII Se é possivel, está feito; se é impossivel se faráLIX Terra promettidaLX ThebaidaLXI Desça o panno, acabou a comedia!LXII Tudo é perdido, menos a honra!LXIII Trombetas de JericóLXIV A tunica de ChristoLXV Um imperador deve morrer em péLXVI Vendilhões expulsos do temploLXVII Gritar no desertoLXVIII ZoiloLXIX AspasiaLXX BabyloniaLXXI Incendiar os seus naviosLXXII Os ultimos romanosLXXIII Faça cabelleiras, mestre AndréLXXIV Fé do carvoeiroLXXV Ha juizes em BerlimLXXVI Judas—Beijo de JudasLXXVII Pragas do EgyptoLXXVIII Não toqueis na rainhaLXXIX O ovo de ColomboLXXX WaterlooLXXXI Templo de JanoLXXXII Estatua de NabuchodonosorLXXXIII Sepulchros do EvangelhoLXXXIV Isso que prova?LXXXV MannáLXXXVI Annel de GygesLXXXVII Honni soit qui mal y penseLXXXVIII Mal com el-rei pelos homens e mal com os homens por el-reiLXXXIX Bandeira da MisericordiaINDICEPALAVRAS E FRASES CELEBRES◇POR ALFREDO CAMPOS◇OBRAS DO AUCTOR →