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Historia diplomatica do Brazil

INDICE

Reading edition

I

A Europa e o reconhecimento 1

Papel da esquadra na Independencia 2

Aberturas de reconciliação 3

Nomeação de Brant e Gameiro 4

Expedições armadas na Inglaterra 5

Encarregatura de negocios de Hyppolito 6

Instrucções a Gameiro 7

Posição diplomatica do Brazil 9

Justificação da Independencia 10

A mediação ingleza suggerida 11

A Austria igualmente medianeira 12

Canning resolve a questão da mediação ou bons officios 13

Canning como interventor a pedido 14

Benevolencia da Austria 16

Hostilidade da Santa Alliança. A Inglaterra e a Austria em pontos de vista diversos 17

Metternich e a Constituição Brazileir 18

A orientação franceza sob os Bourbons 18

Largos planos de Chateaubriand 19

A França no Novo Mundo 20

Inconvenientes para o partido da reacção de uma solução amigavel do conflicto luso-brazileiro 22

Embaraços creados pelo partido da reacção 23

Evolução liberal na Inglaterra e papel de Canning na politica européa 24

O conservantismo de Lord Castlereagh 25

Castlereagh e a emancipação do Novo Mundo 26

Metternich e o Foreign Office 27

Era Canning um democrata? 28

Canning e Jorge IV 30

Influencia de Canning no partido e sua independencia de opiniões 32

Perfil intellectual e politico de Canning 33

Pitt e Canning 35

A libertação da America Latina 35

II

O commercio britannico favoravel ao reconhecimento 37

Differente proceder de Canning para com Portugal e a Hespanha 38

Emancipação das colonias hespanholas da America 39

Emissarios inglezes na America Hespanhola 43

Offerecimento pela Grã Bretanha á Hespanha da sua mediação 44

A doutrina de Monroe e a parte que n'ella cabe a Canning 45

Opportunidade do reconhecimento da America Hespanhola 46

Influxo dos Estados Unidos 47

Canning e as monarchias absolutas 48

Condições de neutralidade no reconhecimento da America Hespanhola 49

Canning entre Portugal e Brazil 50

Interesse de Canning no reconhecimento do Imperio 51

Delongas de Portugal 52

Instabilidade politica no Brazil. Os Andradas e o sentimento liberal 53

Portugal invoca em Londres os antigos tratados de alliança 54

A Chancellaria Brazileira discute o appello portuguez 56

Concessões do Imperio 59

A opinião publica e a suspensão das hostilidades 61

Solidez da Independencia 62

Conveniencia de transferir para Londres a séde das negociações 63

A personalidade do Imperador 65

A fibra militar 67

Os plenipotenciarios brazileiros 67

A questão do reconhecimento 69

A successão da corôa portugueza 70

III

Primeiros passos de Brant e Gameiro 73

Carta ao marquez de Palmella 74

Resposta do Governo Portuguez 75

Palmella no ministerio 75

Inclinações francezas de Subserra 76

Desafio de honrarias: o Santo Espirito e a Jarreteira 77

Tergiversação da Côrte de Lisboa 78

Attitude do ministro Villa Real na troca dos plenos poderes 79

A Abrilada 80

Pressa da Inglaterra com relação ao reconhecimento 80

A questão do trafico de escravos desde 1810 81

O Brazil e a escravidão 84

A missão Amherst ao Rio de Janeiro. O trafico e José Bonifacio 85

Instrucções secretas de Brant e Gameiro sobre o trafico 87

A França e a Grã Bretanha na Peninsula Iberica 90

Partido tirado pelos politicos brazileiros das rivalidades internacionaes 91

Acção dos enviados brazileiros junto a Canning 93

Esboço de tratado formulado por Brant e Gameiro 94

Canning e a successão 94

Exigencias previas de Villa Real na primeira conferencia do Foreign Office 94

A suspensão das hostilidades 95

Expedição portugueza ao Rio de Janeiro 95

Segunda conferencia no Foreign Office. Canning assume a tarefa de redigir um projecto de tratado 96

IV

Fraqueza dos recursos militares do Reino. Papel glorioso da marinha nacional 98

As prezas de Lord Cochrane 100

Entrevista confidencial de Villa Real com os enviados brazileiros 100

Novas conferencias no Foreign Office. Má vontade da Austria. Juizo de Metternich sobre Canning 102

Projecto de tratado apresentado por George Canning 103

Insistencias de Villa Real e evasivas de Brant e Gameiro 104

Espirito de rebellião no Brazil 105

Aspecto moral da capital brazileira 107

Recusa para a transmissão do projecto Canning 109

Canning transmitte seu proprio projecto de tratado para Lisboa 110

Solicitude de Canning pelas negociações 111

Affazeres da Legação 112

Emprestimo brazileiro prejudicado pela revolução pernambucana de 1824. Esperanças portuguezas. Fuga de Manoel de Carvalho 113

Brant e Gameiro recebem novas instrucções. O armisticio e a successão ao throno portuguez 116

Pretenções portuguezas a suzerania. Vantagens commerciaes offerecidas pelo Brazil 120

Opposição portugueza. Idéas de Palmella. Sympathia de Canning 122

Contra-projecto portuguez 123

Esforços dos enviados brazileiros em favor da paz. Correspondencia entre Brant e Palmella 125

Observações da Chancellaria Brazileira ao projecto de Canning 127

V

Communicação official do contra-projecto. Preparativos de guerra 130

Relações commerciaes do Brazil com a Inglaterra. Opposição de Wellington e Eldon ao reconhecimento 131

A questão do pau brazil 133

Opposição da maioria do gabinete e do Rei ás idéas de Canning 134

Reconciliação do Rei com o seu Secretario de Estado 136

Influencía da Santa Alliança em Lisboa. Mudança benevola para com o Brazil na attitude da Austria. Intriga de Metternich 138

Cordialidade de relações entre Esterhazy e Canning. A Santa Alliança e o reconhecimento das republicas hespanholas 139

A Austria abandona Portugal. Palmella e Subserra mandam ao Rio um emissario secreto. O Imperador e as negociações clandestinas 141

Brant e Gameiro exploram o despacho do emissario. Brant preconiza uma guerra economica 143

O Brazil recusa declarar a cessação das hostilidades 144

Desavença entre Villa Real e os enviados brazileiros. Subsequente reconciliação 145

Desunião moral entre Portugal e Brazil. Razões d'este estado de espirito 147

O papel de D. Miguel. Palmella e Subserra 150

Resolução de Canning 152

Bons conselhos de Canning 154

O reconhecimento em França 156

Interesses britannicos na America Latina 159

Palmella e a Santa Alliança. Replica de Canning ao contra-projecto 160

Intrigas francezas em Lisboa. Hyde de Neuville 162

Linguagem de Canning para o Brazil 163

Circular do Governo Portuguez 164

Deliberação de Canning com relação ao reconhecimento das republicas hespanholas. Despeito de Brant e Gameiro 166

Jubilo dos nossos enviados. Missão de Sir Charles Stuart 169

Canning concilia a Austria. Brant e Gameiro rejeitam o contra-projecto 173

Natureza da missão de Sir Charles Stuart 174

Portugal perde a opportunidade de fazer o reconhecimento. Carta de Brant a D. Miguel de Mello 176

Politica pratica da Inglaterra. Dissimulações de Metternich 177

Urgencia do reconhecimento 178

Resposta de D. Miguel de Mello 179

Mudança radical em Metternich 180

Os adversarios de Canning na sua politica latino-americana. A Austria, a França e a Russia 182

VI

Sir William A' Court, embaixador em Lisboa 187

Chegada de Sir Charles Stuart a Lisboa. Inicio das negociações 189

Instrucções de Canning 191

As negociações e as potencias continentaes 194

O reconhecimento na Europa e na America Latina 197

A entrevista de Combe Wood 198

A Carta Regia. Partida de Sir Charles para o Rio de Janeiro 199

A Carta Regia julgada em Londres 201

A Inglaterra no caso de mallogro das negociações do Rio 204

Opiniões de Neumann 205

A missão Stuart e a nossa Secretaria de Estrangeiros 207

Partida de Brant para o Brazil. Gameiro e Palmella em Londres 210

Perfil de Palmella. Razões da sua popularidade em Londres 212

Palmella e a Independencia do Brazil 215

Palmella, a demissão de Subserra e a agitação de Hyde de Neuville 218

VII

Chegada de Sir Charles Stuart ao Brazil. Acolhimento imperial. Nomeação dos plenipotenciarios brazileiros 223

A situação do Imperio com relação a Buenos Ayres 224

A Inglaterra e a politica platina do Brazil 226

Idéas de Gameiro sobre a questão de Montevidéo 228

Buenos Ayres igualmente solicita a intervenção ingleza 231

As negociações no Rio de Janeiro 232

O tratado e convenção de 29 de Agosto de 1825 240

Ratificação do Tratado e Convenção 245

Palmella e os tratados entre Portugal e Inglaterra 245

Sir Charles Stuart e o tratado de commercio com a Grã Bretanha 247

VIII

O tratado luso-brazileiro julgado em Londres 249

O tratado em Portugal 251

O titulo imperial 252

Critica do tratado 253

O tratado no Brazil 254

Defeza do tratado por Sir Charles Stuart 256

Satisfacção de Canning com o tratado 258

Os tratados com a Grã-Bretanha. Sua não ratificação 260

Motivos da não ratificação. Os favores commerciaes 262

O direito de busco 263

A conservatoria Ingleza 266

Os reus de alta traição 267

A publicação dos tratados 268

Canning e Sir Charles Stuart 271

O texto dos tratados 273

Desvantagens dos tratados 277

D. João VI, Imperador do Brazil 279

Recebimento de Itabayana 281

IX

O reconhecimento nas outras côrtes da Europa 283

A Austria 283

A França 288

A Santa Sé 293

O reconhecimento nas outras côrtes européas 299

X

Fallecimento de Canning. Sua individualidade 306

Appendice 311

Paris.―Typ. H. Garnier, 6, rue des Saints-Pères. 302.2.1901.

Notas:

[1]

Vide no Appendice o texto completo das instrucções mandadas a Gameiro (Doc. nº 1).

[2]

Augustus Granville Stapleton,

George Canning and his times

, London 1859, pg. 501.

[3]

The Greville Memoirs

, vol. 1, pgs 54, 55 e 107.

[4]

Carta a Sir Charles Bagot, embaixador em S. Petersburgo. No já citado discurso de Plymouth encontra-se o commentario d'aquella phrase nas seguintes palavras: «Senhores, eu penso que o meu coração bate tão pressuroso pelos interesses geraes da humanidade, que eu possuo uma disposição tão benevola para com as outras nações da terra, quanto aquelle que mais alto presa a sua philantropia. Rejubila-me porem confessar que no manejo dos negocios politicos o grande objecto da minha contemplação é o interesse da Inglaterra.

[5]

Rodrigo Octavio, da Acad. Braz.―

Felisberto Caldeira

,

Chronica dos tempos coloniaes

, Rio de Janeiro, 1900.

[6]

A. A. de Aguiar,

Vida do Marquez de Barbacena

, Rio de Janeiro, 1896.

[7]

Vide no Appendice a redacção adoptada, por julgada a mais anodina, da carta a Palmella (Doc. nº 2).

[8]

Vide no Appendice, Doc. nº 3.

[9]

Annexo

XV do Acto final do Congresso de Vienna (1814-15).

[10]

Pereira Pinto,

Collecção dos Tratados

, Rio, 1864, vol. I, pg. 153.

[11]

Vide no Appendice o respectivo Protocollo (Doc. nº 4).

[12]

O successor de José Bonifacio e de Carneiro de Campos (marquez de Caravellas) na pasta de Estrangeiros foi depois visconde da Cachoeira.

[13]

Vide Protocollo no Appendice (Doc. nº 5).

[14]

Narrativa de serviços no libertar-se o Brazil da dominação portugueza, Londres, 1859.

[15]

Vide no Appendice os respectivos Protocollos (Doc. n

os

6 e 7).

[16]

Mémoires, Documents et Écrits divers laissés par le Prince de Metternich, Paris, 1881, vol. IV, page 225.

[17]

Vide no Appendice o texto dos dous projectos―o dos plenipotenciarios brazileiros e o de Canning―que se acham publicados, com bastantes incorrecções, na citada biographia do marquez de Barbacena (Doc. n

os

8 e 9).

[18]

Narrative of a visit to Brazil, Chile, Peru, and the Sandwich Islands during the years 1821, and 1822, London, 1825.

[19]

Some official Correspondence of George Canning, edited by Ed. J. Stapleton, London, 1887.

[20]

Despacho de 18 de Setembro de 1824.

[21]

Vide no Appendice o Doc. nº 10.

[22]

Carta particular de 4 de Novembro ao Ministro de Estrangeiros do Brazil, na

Vida do Marquez de Barbacena

.

[23]

Carta de 7 de Agosto, pgs. 55 a 57 da ob. cit.

[24]

Despacho de 30 de Outubro de 1824.

[25]

Vide no Appendice o respectivo Protocollo (Doc. nº 11).

[26]

The political life of the Right Honourable George Canning from his acceptance of the seals of the Foreign Department, in September 1822, to the period of his death, in August 1827. London, 1831, vol. II, cap. XI.

[27]

Carta de Canning a Lord Liverpool de 10 de Outubro de 1824.

[28]

Sir Charles Stuart foi em 1828 Lord Stuart de Rothesay.

[29]

Vide no Appendice o Doc. nº 12, e sob o nº 12 A a resposta de Esterhazy e Neumann.

[30]

Este archivo acha-se hoje depositado no Archivo Publico.

[31]

Some official Correspondence of George Canning. Edited, with notes, by Edward J. Stapleton, London, 1887, vol. 1, pg. 154.

[32]

Despachos e Correspondencia do Duque de Palmella, colligidos e publicados por J. J. dos Reis e Vasconcellos, Lisboa, 1851, tomo II.

[33]

Officio do Marquez de Palmella ao Conde de Porto Santo, aos 18 de Maio de 1825.

[34]

Maria Amalia Vaz de Carvalho,

Vida do Duque de Palmella

, Lisboa, 1898.

[35]

Notes of conversations with the Duke of Wellington, 1831-51, London, 1888.

[36]

Depois Lord Goderich e por pouco tempo Primeiro Ministro.

[37]

Despacho de 18 de Agosto de 1825.

[38]

Officio secreto de 14 de Setembro de 1825.

[39]

Despacho de 18 de Agosto de 1825.

[40]

Despacho cit. de 18 de Agosto.

[41]

É mister não esquecer que, comquanto seja sempre denominado no livro plenipotenciario britannico para maior clareza da exposição, Sir Charles Stuart agia comtudo n'este assumpto no caracter de plenipotenciario portuguez.

[42]

Vide no Appendice o Tratado e Convenção de 29 de Agosto, Alvará de 15 de Novembro e Carta Regia de 13 de Maio, reproduzidos da

Collecção

de Pereira Pinto (Doc. n

os

13, 14, 15 e 16).

[43]

Officio secreto de 30 de Novembro de 1825.

[44]

As £ 250,000 foram pagas em Londres a 15 de Fevereiro de 1826, tendo D. João VI mandado para este fim ao seu Embaixador um Alvará de Procuração.

[45]

Despachos do Visconde de Paranaguá de 23 e 25 de Outubro de 1825.

[46]

Despacho de 3 de Setembro de 1825.

[47]

Armitage,

History of Brazil

, London, 1836, vol. I pg. 198.

[48]

9 de Dezembro de 1825.

[49]

The Political Life of Canning, vol. III, cap.

XV

.

[50]

Os dous convenios não ratificados não figuram naturalmente na collecção dos British and Foreign State Papers, nem apparecem na Collecção dos Tratados de Pereira Pinto, que aliás os menciona na sua noticia historica relativa ao tratado de 1827.

[51]

13 de Agosto de 1825.

[52]

Carta de Canning a Lord Granville, de 6 de Março de 1826.

[53]

O Diario Fluminense.

[54]

Canning refere-se á substituição de Sir Charles Stuart por Lord Granville na embaixada de Pariz, a qual o primeiro continuava a ambicionar.

[55]

Carta cit. de 6 de Março de 1826.

[56]

A. L. Pereira da Cunha.

[57]

José Egydio Alvares de Almeida, antigo secretario de D. João VI.

[58]

Encontra-se o texto nas duas linguas nos

British and Foreign State Papers

,

1826-27

, pgs. 609 a 612.

[59]

Encontra-se o texto nas duas linguas nos

British and Foreign State Papers

, 1826-27, pgs. 1008 a 1025.

[60]

João Severiano Maciel da Costa.

[61]

Fernandes Pinheiro.

[62]

Souza Coutinho.

[63]

No dia 7 de Setembro de 1825 foi Caldeira Brant (Barbacena) nomeado pelo Imperador seu embaixador em Lisboa, para cumprimentar D. João VI depois da troca das ratificações. Declinou comtudo a honra, temendo que o acolhimento, que viesse a ser-lhe dispensado, não fosse muito cordial em vista do papel que desempenhára nas negociações de Londres.

[64]

Despacho do visconde de Paranaguá, encarregado interinamente da pasta de Estrangeiros, desde 4 de Outubro, data da sahida de Carvalho e Mello, até 22 de Novembro, data em que entrou para ella o visconde de Santo Amaro.

[65]

Allusão era aqui feita a um pequeno e serenado conflicto entre o Imperio e a Republica, no qual diz Canning que Bolivar tinha perfeita razão. Versára o conflicto sobre uma expedição de Matto Grosso ao territorio de Chiquitos, no Alto Perú.

[66]

O seguinte P. S. de uma cartinha de 25 de Junho de 1825, de Neumann a Gameiro, dará uma idéa d'essas relações: «Je vous offre une messe demain à défaut de mieux, car le Prince a pris avec lui l'homme le plus essentiel de l'Ambassade, je veux dire le cuisinier.»

[67]

A 22 de Janeiro de 1826, depois de effectuado o reconhecimento pela Austria, deu Telles da Silva, já então visconde de Rezende, um esplendido banquete em Vienna, ao qual assistiram o Infante D. Miguel, Metternich, os embaixadores das grandes potencias, quasi todos os ministros estrangeiros e os mais altos dignitarios da Côrte. D. Miguel que, escrevia Rezende a Itabayana, conversou com elle perto de duas horas («enchendome de satisfacção o ver as maneiras urbanas e até a instrucção que S. A. R. tem adquirido») bebeu a saude do Imperador do Brazil «e de todos os bons, fieis e zelosos servidores de Seu Augusto Irmão e verdadeiro amigo.»

[68]

Despacho de 12 de Março de 1824.

[69]

Despacho do V. de Paranaguá ao B. de Itabayana, em 14 de Novembro de 1825.

[70]

Encontra-se o texto nas duas linguas nos

British and Foreign State Papers

, 1825-26, London, 1827.

[71]

Confirmada esta deliberação por Nota de 11 de Maio de 1827.

[72]

Candido Mendes,

Direito Civil Ecclesiastico Brazileiro

.

[73]

A colonia de Nova Friburgo, sobre cujo mallogro encontra-se um interessante capitulo na Viagem de Mathison, atraz citada.

[74]

O Rei do Hanover era o proprio Jorge IV d'Inglaterra.

[75]

11 de Outubro de 1825.

[76]

A orthographia franceza é textualmente a dos protocollos elaborados e copiados no Foreign Office.

[77]

Este documento acompanha os anteriores na

Collecção dos Tratados

de Pereira Pinto, e forma como que o seo ultimo commentario. Servirá aqui de transição para a continuação deste trabalho, sob o titulo:

Do Reconhecimento á Abdicação

(1825-1831).

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