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A Revolução Portugueza

Indice

Reading edition

Falando aos leitores

CAPITULO I—Da perspicacia dos espiões ao serviço do antigo regimen

CAPITULO II—Um «accidente de trabalho» e uma evasão romanesca

CAPITULO III—Os republicanos e os dissidentes organisam o 28 de Janeiro

CAPITULO IV—A policia descobre um dos fios do «complot»

CAPITULO V—Marca-se a revolta para as 4 da tarde do dia 28

CAPITULO VI—A «ratoeira» do elevador da Bibliotheca insuccesso do «complot»

CAPITULO VII—O regicidio—Quem disparou primeiro: Buiça ou Costa?

CAPITULO VIII—Os regicidas calcularam que a Revolução rebentaria imediatamente ao seu acto

CAPITULO IX—As iniciações na carbonaria augmentam consideravelmente

CAPITULO X—Os estudantes militares offerecem o seu concurso á Revolução

CAPITULO XI—Os dynamitistas preparam a «artilharia civil»

CAPITULO XII—As bombas de João Borges eram pagas pela «Joven Portugal»

CAPITULO XIII—O «comité» executivo de Lisboa procede a um inquerito

CAPITULO XIV—Nas barbas da policia realisam-se diversas revistas revolucionarias

CAPITULO XV—Fixa-se a data do movimento e approva-se o plano definitivo

CAPITULO XVI—No momento culminante, o desanimo invade os organisadores da revolta

CAPITULO XVII—Uma parte das forças revolucionarias installa-se na Rotunda

CAPITULO XVIII—Os sargentos de artilharia 1 resolvem continuar a lucta

CAPITULO XIX—O desespero de Candido dos Reis condul-o ao suicidio

CAPITULO XX—O rei Manuel abandona o palacio das Necessidades

CAPITULO XXI—A artilharia revolucionaria repelle o ataque das baterias de Queluz

CAPITULO XXII—Os ministros dispersam-se e buscam abrigo em diversas casas

CAPITULO XXIII—Proclama-se a Republica no edificio da Camara Municipal

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