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Textos biblicos

N.o 263. Riquezas.

Reading edition

As verdadeiras. Ef. iii, 8; 1 Cor. i, 30; Col. ii, 3; 1 Ped. ii, 6.

É Deus que as dá. 1 Reis, ii, 7; Ecc. v, 19.

As riquezas do mundo pertencem ao Senhor. Ag. ii, 9.

Deus dá-nos forças para adquirir riquezas. Deut. viii, 18.

A benção do Senhor, traz-nos riquezas. Prov. x, 22.

As riquezas dão poder. Prov. xxii, 7.

§ SÃO DESIGNADAS COMO:

Temporarias. Prov. xxvii, 24.

Incertas. 1 Tim. vi, 17.

Pouco satisfatorias. Ecc. iv, 8; v, 10.

Corruptiveis. Thia. v, 2; 1 Ped. i, 18.

Fugitivas. Prov. xxiii, 5; Apoc. xviii, 16, 17.

Enganadoras. Matt. xiii, 22.

Sujeitas ao roubo. Matt. vi, 19.

São perecedeiras. Matt. vi, 19.

Denso lodo. Hab. ii, 6.

Muitas vezes difficultam a entrada no reino de Deus. Marc. x, 23-25.

O engano das riquezas fazem a palavra infructuosa. Matt. xiii, 22.

A raiz de todos os males é a avareza. 1 Tim. vi, 10.

§ FREQUENTEMENTE LEVA-NOS:

Á soberba. Ezeq. xxviii, 5; Os. xii, 8.

A esquecermo-nos de Deus. Deut. viii, 13, 14.

A negar a Deus. Prov. xxx, 8, 9.

A abandonar a Deus. Deut. xxxii, 15.

A rebellarmo-nos contra Deus. 2 Esd. ix, 25, 26.

A regeitar a Christo. Matt. xix, 22; x, 22.

Ao orgulho. Prov. xxviii, 11.

Aos cuidados. Ecc. v, 12.

Á arrogancia. Prov. xviii, 23.

Á violencia. Miq. vi, 12.

Á oppressão. Thia. ii, 6.

Ao dôlo. Thia. v, 4.

A engolfarmo-nos em prazeres sensuaes. Luc. xvi, 19; Thia. v, 5.

A vida não consiste no que possuimos. Luc. xii, 15.

Alonga de mim, Senhor, a pobreza e a riqueza. Prov. xxx, 8.

Não devemos afanar-nos para sermos ricos. Prov. xxiii, 4.

§ QUEM CUBIÇA RIQUEZAS:

Cae em tentação e no laço do diabo. 1 Tim. vi, 9.

Em desejos inuteis e perniciosos. 1 Tim. vi, 9.

Desencaminha-se da fé. 1 Tim. vi, 10.

Não é innocente. Prov. xxviii, 20.

Enreda-se em desgostos. 1 Tim. vi, 10.

Perturba a sua casa. Prov. xv, 27.

De nada servirão no dia de vingança. Prov. xi, 4.

O rico murchará nos seus caminhos. Thia. i, 11.

Não podem resgatar a alma. Ps. xlviii, 7-10; 1 Ped. i, 18.

Não nos poderão livrar no dia da ira do Senhor. Sof. i, 18; Apoc. vi, 15-17.

§ OS QUE AS POSSUEM:

Não devem attribuil-as a si, mas a Deus. 1 Paral. xxix, 12.

Pôr n’ellas a sua confiança. Job, xxxi, 24; 1 Tim. vi, 17.

Pôr n’ellas o coração. Ps. lxi, 11.

Vangloriarem-se d’ellas. Deut. viii, 17.

Jactarem-se d’ellas. Jer. ix, 23.

Enthesoural-as. Matt. vi, 19.

Devem dedical-as ao serviço de Deus. 1 Paral. xxix, 3; Marc. xii, 42-44.

Repartil-as com os pobres. Matt. xix, 21; 1 João, iii, 17.

Empregal-as para promover a salvação do proximo. Luc. xvi, 9.

Fazer bem francamente. 1 Tim. vi, 18.

Ter por privilegio o poder repartir. 1 Paral. xxix, 14.

Não se ensoberbecerem. 1 Tim. vi, 17.

Gloriarem-se em serem humilhados. Thia. i, 9, 10.

Preferirem os thesouros do Céo. Matt. vi, 19, 20.

As riquezas dos impios estão reservadas para os justos. Prov. xiii, 22.

§ OS IMPIOS:

Não raramente adquirem riquezas. Ps. lxxii, 12.

Desfrutam-as. Job, xxi, 13.

Não se saciam. Job, xx, 15.

Esperam na multidão d’ellas. Ps. li, 9.

Comprazem-se amontoando-as. Job, xxvii, 16; Ps. xxxviii, 7; Ecc. ii, 26.

Muitas vezes os filhos acabam em summa pobreza. Ecc. v, 13.

Gloriam-se nos bens terrestres. Ps. xlviii, 7; li, 9.

Não lhes servirão de nada no dia de vingança. Prov. xi, 4; xiii, 7; Ecc. v, 11.

Não acharão n’ellas senão turbação. Prov. xv, 6; 1 Tim. vi, 9, 10.

Hão de deixal-as aos estranhos. Ps. xlviii, 11.

O rico não sabe para quem enthesoura riquezas. Ps. xxxviii, 7; Ecc. v, 10, 11.

É iniquidade pôr a nossa confiança nas riquezas. Job, xxxi, 24, 28; Ezeq. xxviii, 4, 5, 8.

É iniquidade regozijar-se n’ellas. Job, xxxi, 25, 28.

§ DENUNCIAÇÕES CONTRA AQUELLES QUE AS OBTEM:

Por meios illicitos. Prov. xiii, 11; xxi, 6.

Sem direito a possuil-as. Jer. xvii, 11.

Pela oppressão. Prov. xxii, 16; Hab. ii, 6-8; Miq. ii, 2, 3.

Que as amontoam. Ecc. v, 13, 14; Thia. v, 3.

Que se apoiam n’ellas. Prov. xi, 28.

Que tem a sua consolação n’ellas. Luc. vi, 24.

Que vivem em delicias. Thia. v, 1, 5.

Que as gastam nos seus appetites. Job, xx, 15-17.

Illustração da fatuidade e perigo de contar com ellas. Luc. xii, 16-21.

Perigo de as empregar mal. Illustrado. Luc. xvi, 19-25.

Exemplos de justos que possuiam riquezas. Abrahão, Gen. xiii, 2; Lot, Gen. xiii, 5, 6; Isaac, Gen. xxvi, 13, 14; Jacob, Gen. xxxii, 5, 10; José, Gen. xlv, 8, 13; Boos, Ruth. ii, 1; Berzellai, 2 Reis, xix, 32; A Sunamites, 4 Reis, iv, 8; David, 1 Paral. xxix, 28; Josafat, 2 Paral. xvii, 5; Ezequias, 2 Paral. xxxii, 27-29; Job, Job, i, 3; José de Arimathéa, Matt. xxvii, 57; Zaqueo, Luc. xix, 2; Dorcas, Act. ix, 36.

Exemplos dos que foram realmente ricos. Matt. v, 8; viii, 10; xiii, 45, 46; Luc. x, 42; João, i, 45; Filip. iii, 8; Thia. ii, 5; 1 Ped. ii, 7; Apoc. iii, 18.

Exemplos dos impios que tiveram riquezas. Labão, Gen. xxx, 30; Esaú, Gen. xxxvi, 7; Nabal, 1 Reis, xxv, 2; Aman, Esth. v, 11; Os Ammonitas, Jer. xlix, 4; Os Tyrios, Ezeq. xxviii, 5; O mancebo, Matt. xix, 22.

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