INDICE
Reading edition
PREFACIO
PRIMEIRA PARTE
HISTORIA DOS DELIRIOS SYSTEMATISADOS
I—PHASE INICIAL
De Areteo a Esquirol—Confusão dos delirios systematisados com a melancolia—A monomania intellectual e as suas fórmas depressiva e expansiva.
II—PHASE ANALYTICA
De Lasègue a J. Falret e de Griesinger a Snell e Sander—O delirio de perseguições; a megalomania; o delirio dos perseguidores; a Verrücktheit secundaria; a Verrücktheit originaria—Começo de interpretação pathogenica.
III—PHASE SYNTHETICA
De Morel a Magnan; de Westphal a Cramer; de Buccola a Tanzi e Riva—A loucura hypocondriaca; o delirio chronico; a loucura parcial; a Verrücktheit aguda e chronica; a Paranoia; a delusional insanity—Determinação pathogenica.
SEGUNDA PARTE
EXAME CRITICO DO CONCEITO DE PARANOIA
I—O DELIRIO CHRONICO
A etiologia; a marcha; o prognostico—Confronto com os delirios polymorphos—A passagem do periodo persecutorio ao ambicioso não é vulgar; a passagem á demencia é excepcional—O delirante chronico é um degenerado; importante observação pessoal—A prognose dos delirios polymorphos é muitas vezes a do Delirio Chronico—Dois conceitos de Delirio Chronico no espirito de Magnan; génese do segundo.
II—A VERRÜCKTHEIT AGUDA
Dois grupos de psychoses sob a mesma designação; a confusão mental e os delirios polymorphos—A Verrücktheit e os delirios incoherentes, critica das opiniões de Schüle—A Verrücktheit e os delirios systematisados de marcha aguda; a critica das opiniões de Krafft-Ebing—Observação pessoal—Dissociação dos conceitos de Paranoia e Verrücktheit.
III—A VERRÜCKTHEIT SECUNDARIA
Os delirios systematisados que succedem ás psychonevroses; sua interpretação pathogenica—A opinião de Tonnini; modificação introduzida —Dissociação dos conceitos de Paranoia e Verrücktheit.
IV—O RACIOCINIO E OS DELIRIOS PARANOICOS
Erros doutrinarios de Lasègue e Foville sobre a interpretação pathogenica dos delirios systematisados; como se perpetuaram na psychiatria francesa—A autoobservação e o raciocinio não representam um papel na génese dos delirios paranoicos—Depoimento dos factos—A primitividade dos delirios paranoicos; sua origem ideativa.
V—AS ALLUCINAÇÕES E OS DELIRIOS PARANOICOS
VI—AS OBSESSÕES E OS DELIRIOS PARANOICOS.
VII—A PARANOIA E A DEGENERESCENCIA
Extensão do conceito de degenerescencia; desaccordo dos auctores—Causas de degenerescencia; opiniões diversas—A degenerescencia e a observação clinica; modo de vêr de Magnan; opinião de Krafft-Ebing—Necessidade de um ponto de vista geral; seu caracter anthropologico—A definição de Morel; o seu defeito essencial—A noção do atavismo em psychiatria; as idéas de Magnan e a sua falta de fundamento—Ponto de vista de Tanzi e Riva; documentos justificativos—A Paranoia é uma degenerescencia.