Note 84 — XXVI A NAU CATHRINETA
Reading edition
A licção de Lisboa acaba aqui o romance por differente modo. Deixando o sobrenatural da tentação do demonio que toma a fórma de gageiro para tentar o capitão n’aquelle perigo, dá por verdadeira a apparição da terra, e conclue assim:
—‘Que queres tu, meu gageiro, Que alviçaras te heide eu dar?’ —‘Eu quero a nau Cathrineta Para n’ella navegar.’ —‘A nau Cathrineta, amigo, É d’elrei de Portugal. Mas ou eu não sou quem sou, Ou elrei t’a hade dar.’
Outra licção tambem diz n’esta última copla:
Pede-a tu a elrei, gageiro, Que t’a não póde negar.