Note 4 — Chapter II · THE LEGEND OF SOLOMON’S MINES
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Eu José da Silvestra que estou morrendo de fome ná pequena cova onde não ha neve ao lado norte do bico mais ao sul das duas montanhas que chamei seio de Sheba; escrevo isto no anno 1590; escrevo isto com um pedaço d’ôsso n’ um farrapo de minha roupa e com sangue meu por tinta; se o meu escravo dér com isto quando venha ao levar para Lourenzo Marquez, que o meu amigo ———— leve a cousa ao conhecimento d’ El Rei, para que possa mandar um exercito que, se desfiler pelo deserto e pelas montonhas e mesmo sobrepujar os bravos Kukuanes e suas artes diabolicas, pelo que se deviam trazer muitos padres Far o Rei mais rico depois de Salomão. Com meus proprios olhos vé os di amantes sem conto guardados nas camaras do thesouro de Salomão a traz da morte branca, mas pela traição de Gagoal a feiticeira achadora, nada poderia levar, e apenas a minha vida. Quem vier siga o mappa e trepe pela neve de Sheba peito à esquerda até chegar ao bica, do lado norte do qual està a grande estrada do Solomão por elle feita, donde ha tres dias de jornada até ao Palacio do Rei. Mate Gagoal. Reze por minha alma. Adeos.